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Transparência

Fontes e metodologia

Cada facto público precisa de uma referência identificável que suporte exatamente o que afirmamos.

Ordem de preferência

Procuramos primeiro fontes oficiais e primárias: arquivos institucionais, diplomas, organismos responsáveis, datasets estatísticos e páginas das próprias organizações. Quando isso não é possível, recorremos a fontes estruturadas ou secundárias adequadas.

O que significa verificado

“Verificado” não significa apenas que a afirmação parece plausível. A página, documento ou registo ligado deve sustentar o título, a data, o valor e o enquadramento usados na edição.

Não afirmamos que uma música foi um êxito só porque foi lançada nesse ano, nem transformamos índices de inflação em preços do quotidiano.

Redação e direitos

As descrições são curtas e escritas de raiz em português europeu. Guardamos factos e referências, não copiamos artigos, sinopses ou grandes excertos.

As únicas imagens publicadas pelo projeto provêm da Wikimedia Commons e têm licença aberta expressa (CC0, Domínio Público, CC BY ou CC BY-SA), autoria, licença e página de origem guardadas no manifesto local. Não publicamos capas, cartazes, stills de televisão, publicidade ou imagens obtidas de APIs comerciais.

Principais fontes

Entre as fontes usadas encontram-se RTP Arquivos, Diário da República, Presidência da República, Governo, CNE, Banco de Portugal, BCE, FPF, Liga Portugal, UEFA, FIFA, organizações internacionais, Wikidata e MusicBrainz. Wikidata e MusicBrainz são fontes estruturadas, não fontes primárias. A fonte concreta de cada facto pode ser aberta no disclosure existente no final da respetiva edição.

Encontraste um erro?

A investigação histórica melhora com correções. Consulta a página de contacto e correções e indica o ano, a afirmação e uma fonte adequada.